Preciso saber. Será pedir muito querer ser normal, querer ser vista com olhares menos insinuosos, como se eu não pertencesse a esse mundo, é muito? Honestamente, não nasci na onde deveria ter nascido. Odeio tudo ao meu redor, não consigo dar um passo sem ao menos soltar as tantas lágrimas que nunca são suficientes pra limpar a minha alma, estou me tornando amarga, sem vontade, sem ânimo de ao menos respirar, e na verdade, confesso aqui, que se o destino que sempre torceu contra mim, desse uma forcinha pra mim ir, mas ir pra sempre, sem volta, eu agarraria a oportunidade, e partiria, sem dó de ninguém. Vai que assim, comigo ausente, a minha alma consiga um tempo em silêncio, um tempo de paz, um tempo que aqui eu nunca consegui.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Não posso parar pra pensar.
Sempre que eu paro pra pensar, minha mente se enche de instinto suicida, de idéias descrentes de como continuar vivendo, de ódio por tudo que já me fizeram (e admito, sempre desconto nas pessoas erradas), de insatisfação comigo mesma. Não preciso nem falar mais nada pra qualquer pessoa concordar comigo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário