sábado, 30 de janeiro de 2010

Sentimentos são transformáveis?

Ao me deparar com o livro "Como viver sem perguntar?" escrito por Fábio Bruggermann, eu, inesperadamente já havia me perguntado se isso - viver sem perguntar - seria possível. Cheguei a uma conclusão: Sim, podemos até viver sem perguntar, mas isso faria de nós infelizes, seriamos incapazes de exercer nosso raciocínio, tornaríamos infelizes.. Mais do que alguns de nós já são. Eu, por exemplo.
Aí vai uma pergunta que não tem me deixado em paz: É possível o amor se transformar em ódio?
Temo em dizer que, sim, é possível. Tanto é que a vida vem me mostrando isso aos poucos, eu só tenho um certo medo de admitir isso, porque a partir do momento que você admite, a dor é maior.
A grande vilã disso tudo? No meu caso, a convivência! Ela acaba com os sentimentos, ela sim é capaz de transforma-los, provoca raiva e faz incendiar por dentro. É ela quem transforma o mais puro amor, em ódio. Claro, não pra sempre e nem toda a hora, mas não dá pra negar, que mesmo por poucos segundos, o que sentimos, é ódio.
Enfim.. Eu só queria a resposta pra essa pergunta: Quando uma situação igual a essa, alcança seu extremo e chega ao seu limite, o que exatamente devemos fazer, quando no entanto, não temos para onde fugir?


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Só agora.

Baby, tanto a aprender.. Meu colo alimenta você e a mim. Deixa eu mimar você, adorar você, agora.. só agora.
Porque um dia eu sei, vou ter que deixa-lo ir.
Sabe, serei seu lar se quiser. Sem pressa, do jeito que tem que ser. O que mais posso fazer? Só te olhar dormir..
Agora, só agora.. correndo pelo campo, antes de deixa-lo ir.
Muda a estação, necessário e são. Você a florescer, calmamente.. lindamente.
Mesmo quando eu não mais estiver, lembre que me ouviu dizer o quanto me importei.. e o que eu senti.
Agora, só agora.. Talvez você perceba, que eu nunca vou deixa-lo ir.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Se eu soubesse, eu explicaria.

Quanto mais eu adquiro respostas, mais perguntas surgem dentro de mim. Nunca está bom o suficiente, tá sempre faltando algo, tem sempre um vazio dentro de mim. E olha que eu não sou tão exigente assim, não precisa de muito pra me agradar. No fundo no fundo, eu ainda sou criança, e quem me dera ser assim pra sempre... As vezes até acho que o que falta no mundo, são pessoas capazes de admitir que na maioria das vezes, ser criança e pensar como tal, é mais inteligente e agradável do que ser maduro e no entanto imaturo.
Eu gostaria tanto de ter alguém do meu lado, mas do meu lado mesmo. E eu não estou falando da minha mãe, do meu pai, nem nada do tipo. Vocês entenderam o que eu quis dizer! Enfim, talvez esse vazio se preencha com alguém que saiba o que fazer com ele. Eu estou cansando de simplesmente esperar atitudes de pessoas que talvez vão me decepcionar mais uma vez. E sinseramente, em meio a tantos desconfortos na minha vida, existem pessoas que ainda me fazem sorrir, e é aí que eu valorizo. Valorizo quando é sincero, quando é sem porque, e sem pra que, quando vem do coração. Tá ai ó, eu não disse que não era necessário tanto para me agradar? Então.
Talvez tudo isso não tenha feito sentido algum e você está aí sem entender nada.. Mas de coração, se eu soubesse, eu explicaria!