sábado, 30 de janeiro de 2010

Sentimentos são transformáveis?

Ao me deparar com o livro "Como viver sem perguntar?" escrito por Fábio Bruggermann, eu, inesperadamente já havia me perguntado se isso - viver sem perguntar - seria possível. Cheguei a uma conclusão: Sim, podemos até viver sem perguntar, mas isso faria de nós infelizes, seriamos incapazes de exercer nosso raciocínio, tornaríamos infelizes.. Mais do que alguns de nós já são. Eu, por exemplo.
Aí vai uma pergunta que não tem me deixado em paz: É possível o amor se transformar em ódio?
Temo em dizer que, sim, é possível. Tanto é que a vida vem me mostrando isso aos poucos, eu só tenho um certo medo de admitir isso, porque a partir do momento que você admite, a dor é maior.
A grande vilã disso tudo? No meu caso, a convivência! Ela acaba com os sentimentos, ela sim é capaz de transforma-los, provoca raiva e faz incendiar por dentro. É ela quem transforma o mais puro amor, em ódio. Claro, não pra sempre e nem toda a hora, mas não dá pra negar, que mesmo por poucos segundos, o que sentimos, é ódio.
Enfim.. Eu só queria a resposta pra essa pergunta: Quando uma situação igual a essa, alcança seu extremo e chega ao seu limite, o que exatamente devemos fazer, quando no entanto, não temos para onde fugir?


1 comentários:

Laudy disse...

Eu acho que a convivência, eventualmente, traz a saturação. O ser humano se entedia fácil, é uma questão de tempo quando se trata de convivência e de rotina.
Mas tá aí um segredo: renovação. Usa a criatividade, olha pra dentro, olha pra pessoa que tá ao seu lado, olha de novo, que nem a propaganda da Seda haushsuaash
Se souber renovar, não será preciso fugir. Não é uma regra e não cabe como luva pra todas as situações, que muitas vezes são únicas. Mas é um opnião e quem sabe até um bom jeito de tentar fazer as coisas darem certo :D

Você é uma pessoa muuito inteligente e eu adooro pessoas inteligentes *-*
ahsuahsuhsua

Curti o blog Sarah,
beijo.

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