sábado, 12 de setembro de 2009

Marley e eu.


Marley, sempre despretencioso, continuou sem se deixar impressionar. Ele bocejou e arrastou-se debaixo da mesinha de centro. Quando o filme acabou e começaram a rolar os créditos, ele estava dormindo a sono solto. Esperamos com a respiração suspensa enquanto os nomes de todos os atores (humanos) passavam. Por um minuto, acreditei que nosso cão não iria merecer seu crédito. Mas, de repente, apareceu, escrito em letras maiúsculas, de um lado a outro da tela, para que todos vissem: " O cão Marley... Como ele mesmo".

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