Eu fiz de tudo, sai fora de mim, me desencontrei. Uma completa desordem que me atinjiu em cheio, me deixou caída sem possibilidade nenhuma de levantar, aparentemente era assim que eu me via. Foram coisas simples até demais, porém me trancaram num círculo fechado, as minhas idéias estavam totalmente desorganizadas. Aí eu parei e pensei, foi necessário eu viver uma história linda e terminável pra que eu descobrisse a mulher dentro de mim. Os minutos se passam e eu me recomponho, pra quem achava que eu era inoscente, incoerente, e sem chance de voltar acreditar, agora eu exijo aplausos em pé. E eu, posso usar de boca cheia as palavras 'Eu consegui' . Sem me preocupar com os dias que eu vou passar a ter, que eu não digo que vão ser apenas sol, pois hoje em dia, ainda mais pra mim, costuma sempre chover. Mais eu aprendi a cada chuva um banho, uma forma de se renovar. Porque o passado, vuou pro infinito e enquanto você tenta provar que tudo em nós morreu, eu simplesmente prefiro não ter opiniões formadas, e deixar a mente aberta pra novas experiências. E pra deixar bem claro, eu dice ; EXPERIÊNCIAS' não relacionamentos. Até porque idéias, não valem uma vida. E as pessoas estão se superando, cada vez mais inconsequentes. Não ligo, contanto que me deixem aqui, com meus argumentos, com minhas palavras, que por sinal, é a única coisa que me da vontade de seguir e que eu sei que não vão me decepcionar, palavras de um futuro melhor. E mesmo sabendo que eu faço tudo errado sempre, eu sei, sei mesmo, eu ainda to ai dentro, vivinha da silva.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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